29 setembro, 2010

Pessoas religiosas são mais felizes, aponta estudo americano.




Estudo norte-americano sobre felicidade aponta a religiosidade como maior fator para o bem-estar de uma pessoa. De coautoria do ganhador do Prêmio Nobel em Ciências Econômicas de 2002, o professor da Universidade de Princeton, Daniel Kahneman, o estudo foi baseado em uma pesquisa feita pelo instituto Gallup, entre 2008 e 2009, com mais de 450 mil estadunidenses e publicado na revista científica PNAS. 

Durante a pesquisa, os entrevistados tinham que relatar a frequência com que se sentiam felizes ou sorridentes recentemente, seus sentimentos em relação ao estresse e dar uma nota de 0 a 10, mensurando a satisfação que sentiam em suas vidas. A nota média foi 6,76. O resultado final era obtido após o cruzamento dos dados sobre a vida de cada um deles. 

Tendo na mão estes resultados, Kahneman chegou à conclusão de que a fé é o único fator que consegue ganhar até do dinheiro na busca pela felicidade. Apesar disso, o dinheiro foi considerado um fator preponderante para que uma pessoa se sinta bem consigo mesma. Segundo o estudo do professor, a felicidade não está ligada à riqueza, mas há um valor mínimo salarial a partir do qual ela começa a crescer. E este valor é: R$11 mil por mês. 

Conforme o professor da Universidade de Princeton, isso se explica porque uma renda pequena exacerba as dores emocionais associadas a problemas como divórcio, doença ou solidão. Kahneman descobriu também que os norte-americanos, talvez por terem um sistema público de hospitais ruim, prezam muito por um plano de saúde e que se sentem mais felizes com passar dos anos e o chegar da velhice.
CNoticias (Gaudium Press)

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